Tomada de posse de um novo pároco
. A posse de um novo pároco seja acompanhada diligentemente pelos que o acompanham.Antes ou durante a celebração da tomada de posse, faça o novo pároco a devida profissão de fé e o juramento.
2. Preside a celebração de tomada de posse o Bispo diocesano ou um outro presbítero ou bispo por este designado.
3. Para que se proceda a tomada de posse do novo pároco exige-se que se tenha em mãos, a bula de provisão, enviada pelo Bispo diocesano, no qual nomeia o novo pároco para aquelas que paroquia.
4. É de grande valor que a posse e apresentação do novo pároco ocorra durante a missa.
5. O novo pároco procure anunciar o evangelho do dia.
Ritos Iniciais
Após a devida reverencia ao altar, o bispo vai para a cadeira principal, onde inicia a celebração como de costume.
C: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
T: Amem.
O Bispo saúda numa das fórmulas propostas ou com outras palavras adequadas.
C: A vós, irmãos e irmãs, paz e fé da parte de Deus, o Pai e do Senhor Jesus Cristo.
T: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
Neste momento se ler a Providência canônica
DOM JOÃO VICTOR CARDEAL SPENGLER
ARCEBISPO METROPOLITANO DE SÃO SALVADOR DA BAHIA
POR MERCÊ DE DEUS E DA SANTA SÉ APOSTÓLICA
Ao Reverendíssimo Frei João Victor e a todos os diletos filhos espalhados por nosso território Metropolitano de São Salvador da Bahia, saúde e paz em Cristo Jesus
Conscientes desta missão fundamental, e atendendo às necessidades espirituais da comunidade confiada ao cuidado da Igreja, reconhecemos a importância de prover a Paróquia São Francisco De Assis um pastor dedicado, que a guie segundo o espírito evangélico e a tradição da Igreja, Por isso, em virtude de nossa autoridade ordinária, NOMEAMOS:
O Reverendíssimo Frei João Victor para o ofício de Pároco da Paróquia São Francisco De Assis, conferindo-lhe, segundo o direito eclesiástico, a missão de apascentar o povo de Deus que lhe é confiado, de zelar pela vida litúrgica, pastoral e administrativa da paróquia, e de promover a caridade e a unidade entre os fiéis.
Confiamos suas missões à intercessão Do Bem Aventurado São Francisco De Assjs, modelo de paciência e esperança E Simplicidade E Caridade Para Conosco, para que o novo pastor sejam fortalecido na fidelidade e na perseverança.
Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, devendo ser fielmente observado por todos os envolvidos.
Dado e Passado em Salvador, no Palacio Arquiepiscopal, ao Quarto Dia do mês de Janeiro do ano de dois mil e vinte e cinco, Penúltimo Dia De Meu Arcebispado.
✠ João Victor Cardeal Spengler
ARCEBISPO METROPOLITANO
JURAMENTO DE FIDELIDADE
Em seguida, o sacerdote, diante do empossante e com a mão sobre o evangeliario diz:
Eu, Frei João Victor, ao assumir o ofício de pároco desta paróquia prometo conservar-me sempre em comunhão com a Igreja Católica, tanto por palavras como pela minha maneira de proceder. Desempenharei, com grande diligência e fidelidade, os deveres a que estou obrigado para com a Igreja, tanto universal como particular, na qual fui chamado a exercer o meu serviço segundo as normas do direito. No exercício do meu cargo, que me foi confiado em nome da Igreja, conservarei intacto, transmitirei e explicarei fielmente o depósito da fé, evitando todas as doutrinas que lhe são contrárias. Acatarei a disciplina comum de toda a Igreja e favorecerei a observância de todas as leis eclesiásticas, especialmente as contidas no Código de Direito Canônico. Seguirei, com obediência cristã, o que os sagrados Pastores declaram como doutores e mestres autênticos da fé ou estabelecem como chefes da Igreja, e prestarei fiel ajuda aos Bispos Arquidiocesanos, para que a ação apostólica, a exercer em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja. Assim Deus me ajude e os santos Evangelhos de Deus que toco com as minhas mãos.
O Bispo convida a comunidade reunida a contrição, usando as fórmulas propostas ou outras palavras adequadas.
Convém igualmente que o ato de penitencia proceda-se rezado ou se oportuno cantado, nunca pela aspersão.
C: De coração contrito e humilde, aproximemo-nos do Deus justo e santo, para que tenha piedade de nós, pecadores (momento de silêncio) Confessemos os nossos pecados:
T: Confesso a Deus Todo-Poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, actos e omissões, (batendo no peito) por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, Nosso Senhor.
C: Deus todo poderoso tenha compaixão de nos perdoe os nossos pecados e nós conduza a vida eterna.
Segue-se a repetição do “Kyrie Eleison”.
C: Senhor, tende piedade de nós. Cristo, tende piedade de nós.
T: Senhor, tende piedade de nós. Cristo, tende piedade de nós.
T: Cristo, tende piedade de nós.C: Senhor, tende piedade de nós.
T: Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se o canto do “Glória in exclesis Deo”.
Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigénito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
O Bispo reza a oração do dia.
Ó Deus, cujo Filho Unigênito se manifestou na realidade da nossa carne, concedei-nos que, reconhecendo-o exteriormente semelhante a nós, sejamos interiormente renovados por Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos
Segue-se a Liturgia da Palavra como normalmente do ambão, com as leituras do dia.
Liturgia da Palavra
Primeira Leitura
Leitura da Primeira Carta de São João
Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece Deus. Quem não ama, não chegou a conhecer Deus, pois Deus é amor. Foi assim que o amor de Deus se manifestou entre nós: Deus enviou o seu Filho único ao mundo, para que tenhamos vida por meio dele.
Nisto consiste o amor: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi ele que nos amou e enviou o seu Filho como vítima de reparação pelos nossos pecados.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus.
Salmista canta o salmo
Salmo Responsorial — Sl 71(72), 1-2. 3-4ab. 7-8 (R. cf. 11)
Procure o Pároco anunciar o Evangelho
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós
Nesse momento o pároco faz o Anúncio do Evangelho
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠ segundo São Marcos
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor. Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas. Quando estava ficando tarde, os discípulos chegaram perto de Jesus e disseram: “Este lugar é deserto e já é tarde. Despede o povo, para que possa ir aos campos e povoados vizinhos comprar alguma coisa para comer”. Mas, Jesus respondeu: “Dai-lhes vós mesmos de comer”. Os discípulos perguntaram: “Queres que gastemos duzentos denários para comprar pão e dar-lhes de comer?” Jesus perguntou: “Quantos pães tendes? Ide ver”. Eles foram e responderam: “Cinco pães e dois peixes”. Então Jesus mandou que todos se sentassem na grama verde, formando grupos. E todos se sentaram, formando grupos de cem e de cinquenta pessoas. Depois Jesus pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu, pronunciou a bênção, partiu os pães e ia dando aos discípulos, para que os distribuíssem. Dividiu entre todos também os dois peixes. Todos comeram, ficaram satisfeitos, e recolheram doze cestos cheios de pedaços de pão e também dos peixes. O número dos que comeram os pães era de cinco mil homens.
— Glória a vós, Senhor.
Na homília, o Bispo expõe aos fiéis a missão do pároco e explica o significado dos ritos que se vão seguir após a homilia.
- Homilia
Terminada a homilia é de recomendar que o novo pároco renove as promessas que fez na sua ordenação, respondendo as perguntas do bispo ou daquele enviado.
O Bispo ou seu delegado:
Filho caríssimo, diante do povo que será entregue aos teus cuidados, renova o propósito de prometeste na ordenação.
Queres desempenhar sempre o teu encargo, como fiel cooperador da Ordem episcopal, apascentando o rebanho do Senhor sob a direção do Espírito Santo ?
O novo pároco:
Quero.
O Bispo ou seu delegado, continua:
Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo, para louvor de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja ?
O novo pároco:
Quero.
O Bispo ou seu delegado, continua:
Queres unir-te cada vez mais ao Cristo, sumo Sacerdote, que se entregou ao Pai por nós, e ser ele consagrado a Deus para a salvação da humanidade ?
O novo pároco:
Quero.
O Bispo ou seu delegado, continua:
Queres, com dignidade e sabedoria, desempenhar o ministério da palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica ?
O novo pároco:
Quero, com a graça de Deus.
Caso quem presida não seja o bispo ordinário do lugar, a pergunta que se segue-se é omitida.
O Bispo Auxiliar:
Prometes respeito e obediência a mim e aos meus sucessores?
O novo pároco:
Prometo.
O Bispo conclui:
Deus, que te inspirou este bom proposito, te conduza mais á perfeição.
ENTREGA DOS LOCAIS QUE VIRÃO A SER CONSAGRADOS PELO SEU MINISTÉRIO
Pres.: Recebe as chaves da igreja e cuida da parte do povo de Deus que te é confiada. Desempenha com verdadeira caridade e alegria contínua a missão de Pároco, buscando em tudo agradar a Cristo, o Bom Pastor, do qual foste constituído ministro.
Depois o celebrante apresenta ao novo pároco a chave do sacrário e ambos se dirigem para um momento de adoração.
Pres.: Lembra-te de que a Eucaristia é o ápice e a fonte de todo culto e da vida cristã, em que se realiza a unidade do povo de Deus e se completa a construção do Corpo de Cristo. Por isso, zela com todo o cuidado para que a Eucaristia seja o centro de toda a ação pastoral e de toda a vida da Paróquia.
PROFISSÃO DE FÉ
Em seguida, o sacerdote, diante do empossante diz:
Eu, Frei João Victor, creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades que estão contidas no símbolo da Fé, a saber: Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra, de todas as coisa visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro; gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por Ele todas a coisas foram feitas. E por nós homens e para nossa salvação desceu dos céus. E encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e Se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir em Sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: Ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para a remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos, e a vida do mundo que há de vir. Amém. Creio também firmemente em tudo o que está contido na palavra de Deus, escrita ou transmitida pela tradição, e é proposto pela Igreja, de forma solene ou pelo Magistério ordinário e universal, para ser acreditado como divinamente revelado. De igual modo aceito firmemente e guardo tudo o que, acerca da doutrina da fé e dos costumes, é proposto de modo definitivo pela mesma Igreja. Adiro ainda, com religioso obséquio da vontade e da inteligência, os ensinamentos que o Romano Pontífice ou o Colégio Episcopal propõem quando exercem o Magistério autêntico, ainda que não entendam proclamá-los com um ato definitivo.
Pode-se neste momento o Bispo ou o seu delegado, ao longo da igreja ir apresentando ao novo pároco os vários cantos da igreja que desempenhará seu serviço: A cadeira presidencial, capela do santíssimo, batistério, confessionário. Pode também convidar o padre a abrir a porta do sacrário e o incensar.
Na oração universal, inserir-se-à uma intenção pelo novo pároco.
No rito da paz, o pároco dará a paz a alguns dos fiéis que representem a comunidade paroquial.
A celebração continua como de costume.
Liturgia Eucarística
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
C: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
T: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas; ao terminar, o povo aclama:
C: Acolhei benigno, Senhor, nós vos pedimos, as oferendas do vosso povo, para que alcancemos pelos celestes sacramentos o que professamos filialmente pela fé. Por Cristo, nosso Senhor
T: Amém.
Oração Eucarística II
Embora tenha prefácio próprio, esta Oração Eucarística pode ser usada também com outros prefácios, sobretudo aqueles que de maneira sucinta apresentem o mistério da salvação, por exemplo, os prefácios comuns
℟.: Ele está no meio de nós.
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres.: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A assembleia aclama:
℟.: O Espírito nos una num só corpo!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro;* que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa N., com o nosso Bispo João Victor os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.
A assembleia aclama:
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
℟.: Amém.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o Altar de mãos unidas. Diz
Pres.: Oremos. Ó Deus, que vindes ao nosso encontro pela participação neste sacramento, realizai em nossos corações os efeitos de sua força, para que, ao recebermos o vosso dom, sejamos a ele configurados. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém.
Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
Em seguida, faz-se a despedida. o Bispo recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:
Bispo: O Senhor esteja convosco.Todos respondem:
℟.: Ele está no meio de nós.
O celebrante diz:
Bispo: Bendito seja o nome do Senhor.
Todos respondem:
℟.: Agora e para sempre.
O celebrante diz:
Bispo: Nossa proteção está no nome do Senhor.
Todos respondem:
℟.: Que fez o céu e a terra.
Então o celebrante recebe o báculo, se o utilizar, e diz:
Bispo: Abençoe-vos Deus todo-poderoso,
e fazendo três vezes o sinal da cruz sobre o povo, acrescenta:
Pai + e Filho + e Espírito + Santo.
Todos:
℟.: Amém.
Despedida dos fiéis.
Pres.: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Graças a Deus.
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.
Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.

