Livreto de Tomada de posse de um novo pároco

           



Tomada de posse de um novo pároco

. A posse de um novo pároco seja acompanhada diligentemente pelos que o acompanham.Antes ou durante a celebração da tomada de posse, faça o novo pároco a devida profissão de fé e o juramento.

2. Preside a celebração de tomada de posse o Bispo diocesano ou um outro presbítero ou bispo por este designado.

3. Para que se proceda a tomada de posse do novo pároco exige-se que se tenha em mãos, a bula de provisão, enviada pelo Bispo diocesano, no qual nomeia o novo pároco para aquelas que paroquia.

4. É de grande valor que a posse e apresentação do novo pároco ocorra durante a missa.

5. O novo pároco procure anunciar o evangelho do dia.


Ritos Iniciais


Após a devida reverencia ao altar, o bispo vai para a cadeira principal, onde inicia a celebração como de costume.


C: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.


T: Amem.



O Bispo saúda numa das fórmulas propostas ou com outras palavras adequadas.


C: A vós, irmãos e irmãs, paz e fé da parte de Deus, o Pai e do Senhor Jesus Cristo.


T: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.


Neste momento se ler a Providência canônica 


DOM JOÃO VICTOR 
CARDEAL SPENGLER

POR MERCÊ DE DEUS E DA SANTA SÉ APOSTÓLICA

ARCEBISPO METROPOLITANO DE SÃO SALVADOR DA BAHIA

Ao Reverendíssimo Padre Luiz Ferreira  e  Diácono José Oliveira e a todos os diletos filhos espalhados por nosso território Metropolitano de São Salvador da Bahia, saúde e paz em Cristo Jesus


Conscientes desta missão fundamental, e atendendo às necessidades espirituais da comunidade confiada ao cuidado da Igreja, reconhecemos a importância de prover a Paróquia São Francisco de um pastor dedicado, que a guie segundo o espírito evangélico e a tradição da Igreja. Por isso, em virtude de nossa autoridade ordinária, NOMEAMOS:

Reverendíssimo Padre Luiz Ferreira para o ofício de PÁROCO da Paróquia São Francisco, conferindo-lhe, segundo o direito eclesiástico, a missão de apascentar o povo de Deus que lhe é confiado, de zelar pela vida litúrgica, pastoral e administrativa da paróquia, e de promover a caridade e a unidade entre os fiéis, Também Acolhendo o Diácono  e dando os devidos ensinamentos e preparação a ordem sacerdotal.


Determinamos que ambos os Reverendíssimo Padre para que exerçam seu ministério com espírito de fraternidade, humildade e ardor missionário, inspirados no exemplo do Glorioso São Francisco De Assis, Padroeiro desta comunidade, de modo que a paróquia seja sempre lugar de fé viva, de oração perseverante e de caridade fraterna.

Confiamos suas missões à intercessão de São Francisco De Assis, modelo de paciência e esperança, para que os novo pastor sejam fortalecidos na fidelidade e na perseverança.

Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, devendo ser fielmente observado por todos os envolvidos.

Dado e Passado em Salvador, no Palacio Arquiepiscopal, nos 28 dias do mês de Novembro do ano Jubilar da Esperança de dois mil e vinte e cinco, Primeiro dia do meu arcebispado.

 João Victor Cardeal Spengler
ARCEBISPO METROPOLITANO




JURAMENTO DE FIDELIDADE

Em seguida, o sacerdote, diante do empossante e com a mão sobre o evangeliario diz:

Eu, Pe. Tarcísio Santos, ao assumir o ofício de pároco desta paróquia prometo conservar-me sempre em comunhão com a Igreja Católica, tanto por palavras como pela minha maneira de proceder. Desempenharei, com grande diligência e fidelidade, os deveres a que estou obrigado para com a Igreja, tanto universal como particular, na qual fui chamado a exercer o meu serviço segundo as normas do direito. No exercício do meu cargo, que me foi confiado em nome da Igreja, conservarei intacto, transmitirei e explicarei fielmente o depósito da fé, evitando todas as doutrinas que lhe são contrárias. Acatarei a disciplina comum de toda a Igreja e favorecerei a observância de todas as leis eclesiásticas, especialmente as contidas no Código de Direito Canônico. Seguirei, com obediência cristã, o que os sagrados Pastores declaram como doutores e mestres autênticos da fé ou estabelecem como chefes da Igreja, e prestarei fiel ajuda aos Bispos Arquidiocesanos, para que a ação apostólica, a exercer em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja. Assim Deus me ajude e os santos Evangelhos de Deus que toco com as minhas mãos.


O Bispo convida a comunidade reunida a contrição, usando as fórmulas propostas ou outras palavras adequadas.

Convém igualmente que o ato de penitencia proceda-se rezado ou se oportuno cantado, nunca pela aspersão.


C: De coração contrito e humilde, aproximemo-nos do Deus justo e santo, para que tenha piedade de nós, pecadores (momento de silêncio) Confessemos os nossos pecados:


T: Confesso a Deus Todo-Poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, actos e omissões, (batendo no peito) por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, Nosso Senhor.

C: Deus todo poderoso tenha compaixão de nos perdoe os nossos pecados e nós conduza a vida eterna.


Segue-se a repetição do “Kyrie Eleison”.


C: Senhor, tende piedade de nós. Cristo, tende piedade de nós.

T: Senhor, tende piedade de nós. Cristo, tende piedade de nós.

T: Cristo, tende piedade de nós.C: Senhor, tende piedade de nós.

T: Senhor, tende piedade de nós.



Segue-se o canto do “Glória in exclesis Deo”.


Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigénito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.


O Bispo reza a oração do dia.

Ó Deus todo-poderoso, concedei aos vossos fiéis o ardente desejo de acorrer com boas obras ao encontro do vosso Cristo que vem, para que, colocados à sua direita, mereçam possuir o reino celeste. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.


Segue-se a Liturgia da Palavra como normalmente do ambão, com as leituras do dia.


Liturgia da Palavra

Primeira Leitura (Is 2,1-5)

Leitura do Livro do Profeta Isaías.

1 Visão de Isaías, filho de Amós, sobre Judá e Jerusalém. 2 Acontecerá, nos últimos tempos, que o monte da casa do Senhor estará firmemente estabelecido no ponto mais alto das montanhas e dominará as colinas. A ele acorrerão todas as nações, 3 para lá irão numerosos povos e dirão: "Vamos subir ao monte do Senhor, à casa do Deus de Jacó, para que ele nos mostre seus caminhos e nos ensine a cumprir seus preceitos"; porque de Sião provém a lei e de Jerusalém, a palavra do Senhor. 4 Ele há de julgar as nações e arguir numerosos povos; estes transformarão suas espadas em arados e suas lanças em foices: não pegarão em armas uns contra os outros e não mais travarão combate. 5 Vinde, todos da casa de Jacó, e deixemo-nos guiar pela luz do Senhor.

- Palavra do Senhor.

- Graças a Deus.


— Graças a Deus.

Salmista canta o salmo

Responsório Sl 121(122),1-2.4-5.6-7.8-9 (R. cf. 1)

 Segunda Leitura

Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos.

Irmãos: 11 Vós sabeis em que tempo estamos, pois já é hora de despertar. Com efeito, agora a salvação está mais perto de nós do que quando abraçamos a fé. 12 A noite já vai adiantada, o dia vem chegando: despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da luz. 13 Procedamos honestamente, como em pleno dia: nada de glutonerias e bebedeiras, nem de orgias sexuais e imoralidades, nem de brigas e rivalidades. 14a Pelo contrário, revesti-vos do Senhor Jesus Cristo.

- Palavra do Senhor.

- Graças a Deus.


Procure o Pároco anunciar o Evangelho

O Senhor esteja convosco.

Ele está no meio de nós 

Nesse momento o pároco faz o Anúncio do Evangelho 

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

-Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, Jesus disse aos seus discípulos: 37"A vinda do Filho do Homem será como no tempo de Noé. 38 Pois nos dias, antes do dilúvio, todos comiam e bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. 39 E eles nada perceberam até que veio o dilúvio e arrastou a todos. Assim acontecerá também na vinda do Filho do Homem. 40 Dois homens estarão trabalhando no campo: um será levado e o outro será deixado. 41 Duas mulheres estarão moendo no moinho: uma será levada e a outra será deixada. 42 Portanto, ficai atentos! porque não sabeis em que dia virá o Senhor. 43 Compreendei bem isso: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, certamente vigiaria e não deixaria que a sua casa fosse arrombada. 44 Por isso, também vós ficai preparados! Porque na hora em que menos pensais, o Filho do Homem virá".

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.



Na homília, o Bispo expõe aos fiéis a missão do pároco e explica o significado dos ritos que se vão seguir após a homilia. 


- Homilia


Terminada a homilia é de recomendar que o novo pároco renove as promessas que fez na sua ordenação, respondendo as perguntas do bispo ou daquele enviado.


O Bispo ou seu delegado:

Filho caríssimo, diante do povo que será entregue aos teus cuidados, renova o propósito de prometeste na ordenação.

Queres desempenhar sempre o teu encargo, como fiel cooperador da Ordem episcopal, apascentando o rebanho do Senhor sob a direção do Espírito Santo ?

O novo pároco:

Quero.


O Bispo ou seu delegado, continua: 

Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo, para louvor de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja ?


O novo pároco:

Quero.


O Bispo ou seu delegado, continua: 

Queres unir-te cada vez mais ao Cristo, sumo Sacerdote, que se entregou ao Pai por nós, e ser ele consagrado a Deus para a salvação da humanidade ?


O novo pároco:

Quero.


O Bispo ou seu delegado, continua: 

Queres, com dignidade e sabedoria, desempenhar o ministério da palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica ?


O novo pároco:

Quero, com a graça de Deus.


Caso quem presida não seja o bispo ordinário do lugar, a pergunta que se segue-se é omitida.


O Bispo Auxiliar:  

Prometes respeito e obediência a mim e aos meus sucessores?


O novo pároco:

 Prometo.


O Bispo conclui:

Deus, que te inspirou este bom proposito, te conduza mais á perfeição.



ENTREGA DOS LOCAIS QUE VIRÃO A SER CONSAGRADOS PELO SEU MINISTÉRIO

Entrega das chaves

Pres.: Recebe as chaves da igreja e cuida da parte do povo de Deus que te é confiada. Desempenha com verdadeira caridade e alegria contínua a missão de Pároco, buscando em tudo agradar a Cristo, o Bom Pastor, do qual foste constituído ministro.



Depois o celebrante apresenta ao novo pároco a chave do sacrário e ambos se dirigem para um momento de adoração.


Pres.: Lembra-te de que a Eucaristia é o ápice e a fonte de todo culto e da vida cristã, em que se realiza a unidade do povo de Deus e se completa a construção do Corpo de Cristo. Por isso, zela com todo o cuidado para que a Eucaristia seja o centro de toda a ação pastoral e de toda a vida da Paróquia.


PROFISSÃO DE FÉ

Em seguida, o sacerdote, diante do empossante diz:

Eu, Pe. Tarcísio Santos , creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades que estão contidas no símbolo da Fé, a saber: Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra, de todas as coisa visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, Luz da Luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro; gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por Ele todas a coisas foram feitas. E por nós homens e para nossa salvação desceu dos céus. E encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e Se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir em Sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: Ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para a remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos, e a vida do mundo que há de vir. Amém. Creio também firmemente em tudo o que está contido na palavra de Deus, escrita ou transmitida pela tradição, e é proposto pela Igreja, de forma solene ou pelo Magistério ordinário e universal, para ser acreditado como divinamente revelado. De igual modo aceito firmemente e guardo tudo o que, acerca da doutrina da fé e dos costumes, é proposto de modo definitivo pela mesma Igreja. Adiro ainda, com religioso obséquio da vontade e da inteligência, os ensinamentos que o Romano Pontífice ou o Colégio Episcopal propõem quando exercem o Magistério autêntico, ainda que não entendam proclamá-los com um ato definitivo.


Pode-se neste momento o Bispo ou o seu delegado, ao longo da igreja ir apresentando ao novo pároco os vários cantos da igreja que desempenhará seu serviço: A cadeira presidencial, capela do santíssimo, batistério, confessionário. Pode também convidar o padre a abrir a porta do sacrário e o incensar.


Na oração universal, inserir-se-à uma intenção pelo novo pároco.


No rito da paz, o pároco dará a paz a alguns dos fiéis que representem a comunidade paroquial.


A celebração continua como de costume.


Liturgia Eucarística


Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:


C: Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

T: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.


Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas; ao terminar, o povo aclama:

C: Aceitai, Senhor, os dons que vos oferecemos dentre os bens que nos destes; e os santos mistérios, que nos dais celebrar no tempo, se convertam para nós em prêmio de redenção eterna. Por Cristo, nosso Senhor.

T: Amém.


Oração Eucarística I


Embora tenha prefácio próprio, esta Oração Eucarística pode ser usada também com outros prefácios, sobretudo aqueles que de maneira sucinta apresentem o mistério da salvação, por exemplo, os prefácios comuns.


Pres.: O Senhor esteja convosco.

℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.: Corações ao alto.

℟.: O nosso coração está em Deus.

Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

℟.: É nosso dever e nossa salvação.


Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Revestido de nossa fragilidade, ele veio a primeira vez para realizar seu eterno plano de amor e abri-nos o caminho da salvação. Revestido de sua glória, ele virá uma segunda vez para conceder-nos em plenitude os bens prometidos que hoje vigilantes esperamos. Por isso com os Anjos e Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes entoamos o hino da vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:

Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!


O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, que aceiteis e abençoeis + estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo, que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa João, o nosso Bispo João Victor, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.

A assembleia aclama:

Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas Papa Leão.

une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.

De braços abertos, prossegue:

e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.

A assembleia aclama:

Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!


2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria,* a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião) e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. (Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)

A assembleia aclama:

Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!

O sacerdote, com os braços abertos, continua:

Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos. (Por Cristo, nosso Senhor. Amém).


Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:

Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.

Une as mãos.

A assembleia aclama:

Enviai o vosso Espírito Santo!


O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Na véspera de sua paixão,

toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:

ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos, 

elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos.

Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.


Então prossegue:

Do mesmo modo, no fim da ceia,

toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossege:

ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos.

Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.


Em seguida, diz:

Pres.: Mistério da fé!

A assembleia aclama:

℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!


Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.

A assembleia aclama:

Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

 

Une as mãos e, inclinando-se, diz:

Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho, sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu. (Por Cristo, nosso Senhor. Amém).

A assembleia aclama:

O Espírito nos una num só corpo!


3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas Dom Valério Breta, Dom Henrique Soares, Papa Francisco. Tereza dos santos. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.

Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.

De braços abertos, prossegue:

A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz. (Por Cristo, nosso Senhor. Amém).

A assembleia aclama:

Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!


Bate no peito, dizendo:

4C: E a todos nós pecadores, que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e de todos os vossos Santos. Por Cristo, nosso Senhor. Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós. 


Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:

Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

A assembleia aclama:

℟.: Amém.


Rito da Comunhão


 Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o Arcebispo diz, de mãos unidas:


Pres.: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:

O Arcebispo abre os braços e prossegue com o povo:

Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.


O Arcebispo prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

O Arcebispo une as mãos.

O povo conclui a oração, aclamando:

℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!


O Arcebispo , de braços abertos, diz em voz alta:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O arcebispo une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

℟.: Amém.


O Arcebispo , voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

O povo responde:

℟.: O amor de Cristo nos uniu.


Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. 

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.


Em seguida, o Arcebispo , de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tornem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam proteção e remédio para minha vida.


O Arcebispo faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.


O Arcebispo , voltado para o altar, reza em silêncio:

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:

℣.: O Corpo de Cristo.

℟.: Amém.

E comunga.

O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.


Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.


Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.


Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.


Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:

Pres.: Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.


Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.


Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o Altar de mãos unidas. Diz

Pres.: Oremos

Fazei frutificar em nós, Senhor, a participação nos vossos mistérios; eles nos levem a amar desde agora os bens do céu e, caminhando entre as coisas que passam, abraçar as que não passam. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém.


Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.


Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:

Pres.: O Senhor esteja convosco.

O povo responde:

Ele está no meio de nós.

O sacerdote abençoa o povo, dizendo:

Pres.: Que o Deus onipotente e misericordioso vos santifique com o esplendor do advento do seu Filho, em cuja vinda credes e cuja volta esperais, e derrame sobre vos as suas bênçãos.

Amém.

Pres.: Durante esta vida, Deus vos torne firmes na fé, alegres na esperança e solícitos na caridade.

Amém.

Pres.:  E vós, que vos alegrais com fé e devoção pela vinda, segundo a carne, do nosso Redentor, sejais recompensados com o prêmio da vida eterna, quando ele vier de novo na majestade da sua glória.

Amém.

Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho ✠ e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.

O povo responde:

Amém.

Despedida dos fiéis.

Pres.: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.

O povo responde:

Graças a Deus.

Então o Arcebispo beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.


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