Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com uma das seguintes fórmulas:
a) A graça de nosso Senhor Jesus Cristo,
o amor do Pai
e a comunhão do Espírito Santo
estejam convosco.
b) A graça e a paz de Deus, nosso Pai,
e de Jesus Cristo, nosso Senhor,
estejam convosco.
c) ⒷO Senhor, que encaminha os nossos corações
para o amor de Deus e a constância de Cristo,
esteja convosco.
d) ⒷO Deus da esperança,
que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé,
pela ação do Espírito Santo,
esteja convosco.
e) ⒷA vós, irmãos, paz e fé
da parte de Deus, o Pai,
e do Senhor Jesus Cristo.
f) ⒷIrmãos eleitos segundo a presciência de Deus Pai,
pela santificação do Espírito
para obedecer a Jesus Cristo
e participar da bênção da aspersão do seu sangue,
graça e paz vos sejam concedidas abundantemente.
g) ⒷA graça e a paz
daquele que é, que era e que vem,
estejam convosco.
O povo responde:
Bendito seja Deus
que nos reuniu no amor de Cristo.
h) O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ele está no meio de nós.
________________________________
O Bispo, nesta primeira saudação, em vez de O Senhor esteja convosco, diz:
A paz esteja convosco.
E o povo responde:
Bendito seja Deus
que nos reuniu no amor de Cristo.
________________________________
O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.
Ato Penitencial
Primeira fórmula
Irmãos e irmãs,
reconheçamos os nossos pecados
para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Ou:
ⒷO Senhor Jesus, que nos convida
à mesa da Palavra e da Eucaristia,
nos chama a segui-lo fielmente.
Reconheçamos ser pecadores
e invoquemos com confiança
a misericórdia do Pai.
Ou, especialmente aos domingos e durante a oitava da Páscoa:
ⒷNo dia em que celebramos a vitória de Cristo
sobre o pecado e a morte,
também nós somos convidados a morrer para o pecado
e ressurgir para uma vida nova.
Reconheçamo-nos necessitados da misericórdia do Pai.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
Confessemos os nossos pecados:
Todos:
Confesso a Deus todo-poderoso
e a vós, irmãos e irmãs,
que pequei muitas vezes
por pensamentos e palavras,
atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa,
E peço à Virgem Maria,
aos Anjos e Santos
e a vós, irmãos e irmãs,
que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós,
perdoe os nossos pecados
e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Amém.
________________________________________
Segunda fórmula
O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Irmãos e irmãs,
reconheçamos os nossos pecados,
para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Ou:
ⒷNo início desta celebração eucarística,
peçamos a conversão do coração,
fonte de reconciliação e comunhão
com Deus e com os irmãos e irmãs.
Ou:
ⒷDe coração contrito e humilde,
aproximemo-nos do Deus justo e santo,
para que tenha piedade de nós, pecadores.
Após um momento de silêncio, o sacerdote diz:
Tende compaixão de nós, Senhor.
O povo:
Porque somos pecadores.
O sacerdote:
Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.
O povo:
E dai-nos a vossa salvação.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós,
perdoe os nossos pecados
e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Amém.
________________________________________
Terceira fórmula
O sacerdote convida os fiéis ao ato penitencial:
Irmãos e irmãs,
reconheçamos os nossos pecados,
para celebrarmos dignamente os santos mistérios.
Ou:
ⒷEm Jesus Cristo, o Justo,
que intercede por nós e nos reconcilia com o Pai,
abramos o nosso espírito ao arrependimento
para sermos dignos de nos aproximar
da mesa do Senhor.
Ou:
ⒷO Senhor disse:
"Quem dentre vós estiver sem pecado,
atire a primeira pedra".
Reconheçamo-nos todos pecadores
e perdoemo-nos mutuamente do fundo do coração.
Após um momento de silêncio, o sacerdote, o diácono ou outro ministro profere as seguintes invocações, ou outras semelhantes, com Senhor, tende piedade de nós.
ⒷPara o canto se pode usar a aclamação grega: Kyrie eléison.
Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos,
tende piedade de nós.
O povo responde:
Senhor, tende piedade de nós.
O sacerdote:
Cristo, que viestes chamar os pecadores,
tende piedade de nós.
O povo:
Cristo, tende piedade de nós.
O sacerdote:
Senhor, que intercedeis por nós junto do Pai,
tende piedade de nós.
O povo:
Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós,
perdoe os nossos pecados
e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Amém.
ⒷInvocações alternativas para os diversos tempos
Tempo comum:
1. Senhor, que sois o caminho que leva ao Pai,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que sois a verdade que ilumina os povos,
tende piedade de nós.
R. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, que sois a vida que renova o mundo,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
2. Senhor, que oferecestes o vosso perdão
a Pedro arrependido,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que prometestes o paraíso ao bom ladrão,
tende piedade de nós.
R. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, que acolheis toda pessoa
que confia na vossa misericórdia,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
3. Senhor, que viestes não para condenar, mas para perdoar,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que vos alegrais pelo pecador arrependido,
tende piedade de nós.
R. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, que muito perdoais a quem muito ama,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
4. Senhor, que viestes procurar quem estava perdido,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que viestes dar a vida em resgate de muitos,
tende piedade de nós.
R. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, que congregais na unidade os vossos filhos dispersos,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
5. Senhor, que sois a plenitude da verdade e da graça,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que vos tornastes pobre para nos enriquecer,
tende piedade de nós.
R. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, que viestes para fazer de nós o vosso povo santo,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Tempo do Advento:
1. Senhor, que viestes ao mundo para nos salvar,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que continuamente nos visitais com a graça do vosso Espírito,
tende piedade de nós.
R. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, que vireis um dia para julgar as nossas obras,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
2. Senhor, que sois o defensor dos pobres,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que sois o refúgio dos fracos,
tende piedade de nós.
R. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, que sais a esperança dos pecadores,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
3. Senhor, que vindes visitar vosso povo na paz,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que vindes salvar o que estava perdido,
tende piedade de nós.
R. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, que vindes criar um mundo novo,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Tempo do Natal:
1. Senhor, Filho de Deus, que, nascendo da Virgem Maria,
vos fizestes nosso irmão,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, Filho do homem, que conheceis e compreendeis nossa fraqueza,
tende piedade de nós.
R. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, Filho primogênito do Pai, que fazeis de nós uma só família,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
2. Senhor, rei da paz,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, luz nas trevas,
tende piedade de nós.
R. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, imagem do homem novo,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Tempo da Quaresma:
1. Senhor, que na cruz perdoastes o ladrão arrependido,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que nos mandastes perdoar-nos mutuamente antes de nos
aproximar do vosso altar,
tende piedade de nós.
R. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, que confiastes à vossa Igreja o ministério da reconciliação,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
2. Senhor, que na água e no Espírito nos regenerastes à vossa imagem,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que enviais o vosso Espírito para criar em nós um coração novo,
tende piedade de nós.
R. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, que nos tornastes participantes do vosso Corpo e do vosso Sangue,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
3. Senhor, que fazeis passar da morte para a vida
quem ouve a vossa palavra,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que quisestes ser levantado da terra para que tenha a vida
eterna todo aquele que crê em vós,
tende piedade de nós.
R. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, que nos submeteis ao julgamento da vossa cruz,
para levar-nos à glória da ressurreição,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Tempo da Páscoa:
1. Senhor, nossa paz,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, nossa Páscoa,
tende piedade de nós.
R. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, nossa vida,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
2. Senhor, que sois o eterno sacerdote da nova Aliança,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que nos edificais como pedras vivas no templo santo de Deus,
tende piedade de nós.
R. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, que nos tornais concidadãos dos santos no reino dos céus,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
3. Senhor, que, subindo ao céu,
nos presenteastes com o dom do Espírito,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que dais vida a todas as coisas
com o poder da vossa palavra,
tende piedade de nós.
R. Cristo,tende piedade de nós.
Senhor, Rei do universo e Senhor dos séculos,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
4. Senhor, que subindo ao céu vos tornastes Rei do universo
e Senhor dos séculos,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que na vossa ascensão levastes cativo o cativeiro,
tende piedade de nós.
R. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, que voltando à casa do Pai abristes o céu para nós,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
5. Senhor, que pelo Espírito Santo estais presente no mundo,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Cristo, que dais o Espírito Santo para o perdão dos pecados,
tende piedade de nós.
R. Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, que enviais o Espírito Santo para criar um mundo novo,
tende piedade de nós.
R. Senhor, tende piedade de nós.
Seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial:
V. Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kýrie, eléison.
R. Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kýrie, eléison.
V. Cristo, tende piedade de nós. Ou: Christe, eléison.
R. Cristo, tende piedade de nós. Ou: Christe, eléison.
V. Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kýrie, eléison.
R. Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kýrie, eléison.
Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o hino:
Glória a Deus nas alturas,
e paz na terra aos homens por ele amados.
Senhor Deus, rei dos céus,
Deus Pai todo-poderoso:
nós vos louvamos,
nós vos bendizemos,
nós vos adoramos,
nós vos glorificamos,
nós vos damos graças
por vossa imensa glória.
Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito,
Senhor Deus, Cordeiro de Deus,
Filho de Deus Pai.
Vós que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Vós que tirais o pecado do mundo,
acolhei a nossa súplica.
Vós que estais à direita do Pai,
tende piedade de nós.
Só Vós sois o Santo,
só vós, o Senhor,
só vós, o Altíssimo,
Jesus Cristo,
com o Espírito Santo,
na glória de Deus Pai.
Amém.
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Oremos. Deus eterno e todo-poderoso,
que, tendo sido o Cristo batizado no rio Jordão,
e descendo sobre ele o Espírito Santo,
o declarastes solenemente vosso dileto Filho,
concedei aos vossos filhos adotivos,
renascidos da água e do Espírito Santo,
perseverar constantemente em vosso amor.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus,
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta; ao terminar, o povo aclama:
Amém.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta; ao terminar, o povo aclama:
Amém.
Eis o meu servo: nele se compraz minh'alma.
Assim fala o Senhor:
'Eis o meu servo - eu o recebo;
eis o meu eleito - nele se compraz minh'alma;
pus meu espírito sobre ele,
ele promoverá o julgamento das nações.
Ele não clama nem levanta a voz,
nem se faz ouvir pelas ruas.
Não quebra uma cana rachada
nem apaga um pavio que ainda fumega;
mas promoverá o julgamento para obter a verdade.
Não esmorecerá nem se deixará abater,
enquanto não estabelecer a justiça na terra;
os países distantes esperam seus ensinamentos.'
'Eu, o Senhor, te chamei para a justiça e te
tomei pela mão; eu te formei e te constituí como o
centro de aliança do povo, luz das nações,
para abrires os olhos dos cegos, tirar os cativos da
prisão, livrar do cárcere os que vivem nas trevas.
Palavra do Senhor.
Salmo responsorial
Sl 28,1a.2.3ac-4.3b.9b-10 (R.11b)
R. Que o Senhor abençoe, com a paz, o seu povo!
Filhos de Deus, tributai ao Senhor,*
tributai-lhe a glória e o poder!
Dai-lhe a glória devida ao seu nome;*
adorai-o com santo ornamento! R.
Eis a voz do Senhor sobre as águas,*
sua voz sobre as águas imensas!
Eis a voz do Senhor com poder!*
Eis a voz do Senhor majestosa. R.
Sua voz no trovão reboando!*
No seu templo os fiéis bradam: 'Glória!'
É o Senhor que domina os dilúvios,*
o Senhor reinará para sempre! R.
Foi ungido por Deus com o Espírito Santo.
Naqueles dias,
Pedro tomou a palavra e disse:
'De fato, estou compreendendo
que Deus não faz distinção entre as pessoas.
Pelo contrário, ele aceita quem o teme
e pratica a justiça,
qualquer que seja a nação a que pertença.
Deus enviou sua palavra aos israelitas
e lhes anunciou a Boa-Nova da paz,
por meio de Jesus Cristo, que é o Senhor de todos.
Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judéia,
a começar pela Galiléia, depois do batismo
pregado por João:
como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus
com o Espírito Santo e com poder.
Ele andou por toda a parte, fazendo o bem e curando
a todos os que estavam dominados pelo demônio;
porque Deus estava com ele.
Palavra do Senhor.
Aclamação ao Evangelho
Mc 9,7
R. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
V. Abriram-se os céus
e fez-se ouvir a voz do Pai:
Eis meu filho muito amado;
escutai-o, todos vós!
Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.
Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios
para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho:
em nome do Pai e do Filho ✠ e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio:
Ó Deus todo-poderoso,
purificai-me o coração e os lábios,
para que eu anuncie dignamente
o vosso santo Evangelho.
V. O SENHOR ESTEJA CONVOSCO
R. ELE ESTA NO MEIO DE NÓS
V. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 3,13-17
R. GLÓRIA A VÓS SENHOR
Naquele tempo:
Jesus veio da Galiléia para o rio jordão,
a fim de se encontrar com João e ser batizado por ele.
Mas João protestou, dizendo:
"Eu preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?"
Jesus, porém, respondeu-lhe:
"Por enquanto deixa como está,
porque nós devemos cumprir toda a justiça!"
E João concordou.
Depois de ser batizado, Jesus saiu logo da água.
Então o céu se abriu e Jesus viu o Espírito de Deus,
descendo como pomba e vindo pousar sobre ele.
E do céu veio uma voz que dizia:
"Este é o meu Filho amado,
no qual eu pus o meu agrado".
Palavra da Salvação.
Glória a vós senhor
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé:
Terminada a homilia, quando for prescrito, canta-se ou recita-se o símbolo ou profissão de fé:
Creio em Deus Pai todo-poderoso,
criador do céu e da terra.
E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes até da Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo;
nasceu da virgem Maria;
padeceu sob Pôncio Pilatos,
foi crucificado, morto e sepultado.
Desceu à mansão dos mortos;
ressuscitou ao terceiro dia,
subiu aos céus;
está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso,
donde há de vir a julgar os vivos e os mortos.
Creio no Espírito Santo;
na Santa Igreja católica;
na comunhão dos santos;
na remissão dos pecados;
na ressurreição da carne;
na vida eterna.
Amém.
criador do céu e da terra.
E em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor,
Às palavras seguintes até da Virgem Maria, todos se inclinam.
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo;
nasceu da virgem Maria;
padeceu sob Pôncio Pilatos,
foi crucificado, morto e sepultado.
Desceu à mansão dos mortos;
ressuscitou ao terceiro dia,
subiu aos céus;
está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso,
donde há de vir a julgar os vivos e os mortos.
Creio no Espírito Santo;
na Santa Igreja católica;
na comunhão dos santos;
na remissão dos pecados;
na ressurreição da carne;
na vida eterna.
Amém.
LITURGIA EUCARÍSTICA
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,
pelo pão que recebemos de vossa bondade,
fruto da terra e do trabalho humano,
que agora vos apresentamos,
e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho
possamos participar da divindade do vosso Filho,
que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar,
diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,
pelo vinho que recebemos de vossa bondade,
fruto da videira e do trabalho humano,
que agora vos apresentamos,
e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde,
sejamos, Senhor, acolhidos por vós;
e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido
que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas
e purificai-me do meu pecado.
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Orai, irmãos e irmãs,
para que o meu e vosso sacrifício
seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ou:
ⒷOrai, irmãos e irmãs,
para que esta nossa família,
reunida em nome de Cristo,
possa oferecer um sacrifício
que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ou:
ⒷOrai, irmãos e irmãs,
para que, trazendo ao altar
as alegrias e fadigas de cada dia,
nos disponhamos a oferecer um sacrifício
aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ou:
ⒷOrai, irmãos e irmãs,
para que o sacrifício da Igreja,
nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu,
seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício,
para glória do seu nome,
para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas; ao terminar,
Recebei, Senhor, as oferendas que vos apresentamos
no dia em que revelastes vosso Filho,
para que a oblação dos vossos fiéis
se torne o sacrifício daquele
que, em sua misericórdia,
quis lavar os pecados do mundo.
Ele, que vive e reina pelos séculos dos séculos.
o povo aclama:
Amém.
no dia em que revelastes vosso Filho,
para que a oblação dos vossos fiéis
se torne o sacrifício daquele
que, em sua misericórdia,
quis lavar os pecados do mundo.
Ele, que vive e reina pelos séculos dos séculos.
o povo aclama:
Amém.
PREFÁCIO BATISMO DO SENHOR
O Batismo do Senhor
O Batismo do Senhor
V. O Senhor esteja convosco.
R. Ele está no meio de nós.
V. Corações ao alto.
R. O nosso coração está em Deus.
V. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
R. É nosso dever e nossa salvação.
Na verdade, é digno e justo,
é nosso dever e salvação dar-vos graças,
sempre e em todo lugar,
Senhor, Pai santo,
Deus eterno e todo-poderoso.
Hoje, nas águas do rio Jordão,
revelais o novo Batismo
com sinais admiráveis:
pela voz descida do céu,
fazeis o mundo acreditar que vosso Verbo
habita entre os seres humanos;
e, pelo Espírito Santo,
descendo em forma de pomba,
fazeis saber que vosso Servo, Jesus Cristo,
foi ungido com o óleo da alegria
e enviado para evangelizar os pobres.
Por isso, hoje e sempre,
nós nos unimos aos anjos e a todos os santos do céu,
e proclamamos na terra a vossa glória,
cantando (dizendo) a uma só voz:
Santo, Santo, Santo...
ORAÇÃO EUCARÍSTICA I
OU CÂNON ROMANO
O sacerdote, de braços abertos, diz:OU CÂNON ROMANO
CP Pai de misericórdia,
a quem sobem nossos louvores,
suplicantes, vos rogamos e pedimos
por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis ✠ estes dons, estas oferendas,
este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos,
antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica:
concedei-lhe paz e proteção,
unindo-a num só corpo
e governando-a por toda a terra,
em comunhão com vosso servo o Papa João IV,
o nosso Bispo Dom Luiz Davi,
e todos os que guardam a fé católica
que receberam dos Apóstolos.
(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.
A assembleia aclama:
Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!
Memento dos vivos
1C Lembrai-vos, ó Pai,
dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé
e a dedicação ao vosso serviço.
★ Por eles nós vos oferecemos
e também eles vos oferecem
este sacrifício de louvor
por si e por todos os seus,
e elevam a vós as suas preces,
Deus eterno, vivo e verdadeiro,
para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas
e a salvação que esperam.
A assembleia aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
2C Em comunhão com toda a Igreja,
celebramos o glorioso dia
em que o Senhor Jesus venceu a morte
e nos tornou participantes de sua vida imortal.
Veneramos em primeiro lugar
a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo,
a gloriosa sempre Virgem Maria, ★
a de seu esposo São José,
e também a dos Santos Apóstolos e Mártires:
Pedro e Paulo, André,
(Tiago e João,
Tomé, Tiago e Filipe,
Bartolomeu e Mateus,
Simão e Tadeu,
Lino, Cleto, Clemente,
Sisto, Cornélio e Cipriano,
Lourenço e Crisógono,
João e Paulo,
Cosme e Damião)
e a de todos os vossos Santos.
Por seus méritos e preces
concedei-nos sem cessar a vossa proteção.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)
A assembleia aclama:
Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!
Pedro e Paulo, André,
(Tiago e João,
Tomé, Tiago e Filipe,
Bartolomeu e Mateus,
Simão e Tadeu,
Lino, Cleto, Clemente,
Sisto, Cornélio e Cipriano,
Lourenço e Crisógono,
João e Paulo,
Cosme e Damião)
e a de todos os vossos Santos.
Por seus méritos e preces
concedei-nos sem cessar a vossa proteção.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)
A assembleia aclama:
Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!
O sacerdote, com os braços abertos, continua:
CP Aceitai, ó Pai, com bondade,
a oblação dos vossos servos
e de toda a vossa família;
dai-nos sempre a vossa paz,
livrai-nos da condenação eterna
e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
CC Dignai-vos, ó Pai,
aceitar, abençoar e santificar estas oferendas;
recebei-as como sacrifício espiritual perfeito,
a fim de que se tornem para nós
o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho,
nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como
requer a sua natureza.
Na véspera de sua paixão,
toma o pão e,
mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos,
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso,
pronunciou a bênção de ação de graças,
partiu o pão e o deu a seus discípulos,
dizendo:
CC Dignai-vos, ó Pai,
aceitar, abençoar e santificar estas oferendas;
recebei-as como sacrifício espiritual perfeito,
a fim de que se tornem para nós
o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho,
nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como
requer a sua natureza.
Na véspera de sua paixão,
toma o pão e,
mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos,
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso,
pronunciou a bênção de ação de graças,
partiu o pão e o deu a seus discípulos,
dizendo:
Então prossegue:
Do mesmo modo,
no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossege:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos,
pronunciou novamente a bênção de ação de graças
e o deu a seus discípulos,
dizendo:
Do mesmo modo,
no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossege:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos,
pronunciou novamente a bênção de ação de graças
e o deu a seus discípulos,
dizendo:
Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
A assembleia aclama:
Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
A assembleia aclama:
O Espírito nos una num só corpo!
Memento dos mortos.
De braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
A assembleia aclama:
Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
CP. Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:Obedientes à palavra do Salvador
e formados por seu divino ensinamento,
ousamos dizer:
Ou:
ⒷRezemos, com amor e confiança,
a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
Ou:
ⒷSomos chamados filhos de Deus
e realmente o somos,
por isso, podemos rezar confiantes:
Ou:
ⒷO Senhor nos comunicou o seu Espírito.
Com a confiança e a liberdade de filhos e filhas, digamos juntos:
Ou:
ⒷO banquete da Eucaristia é sinal de reconciliação
e vínculo de união fraterna. Unidos como irmãos e irmãs,
rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
Ou:
ⒷGuiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria
do Evangelho, ousamos dizer:
Ou:
ⒷGuiados pelo Espírito Santo, que ora em nós e por nós,
elevemos as mãos ao Pai e rezemos juntos a oração
que o próprio Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Pai nosso que estais nos céus,
santificado seja o vosso nome;
venha a nós o vosso reino,
seja feita a vossa vontade,
assim na terra como no céu;
o pão nosso de cada dia nos dai hoje;
perdoai-nos as nossas ofensas,
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido;
e não nos deixeis cair em tentação,
mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Livrai-nos de todos os males, ó Pai,
e dai-nos hoje a vossa paz.
Ajudados pela vossa misericórdia,
sejamos sempre livres do pecado
e protegidos de todos os perigos,
enquanto aguardamos a feliz esperança
e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Vosso é o reino,
o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Senhor Jesus Cristo,
dissestes aos vossos Apóstolos:
Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz.
Não olheis os nossos pecados,
mas a fé que anima vossa Igreja;
dai-lhe, segundo o vosso desejo,
a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
O amor de Cristo nos uniu.
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
Irmãos e irmãs,
saudai-vos em Cristo Jesus.
Ou:
ⒷComo filhos e filhas do Deus da paz,
saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
Ou:
ⒷEm Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs
saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
Ou:
ⒷNo Espírito de Cristo ressuscitado,
saudai-vos com um sinal de paz.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus,
o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber,
nos faça participar da vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar.
Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo,
que, cumprindo a vontade do Pai
e agindo com o Espírito Santo,
pela vossa morte destes vida ao mundo,
livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue
dos meus pecados e de todo mal;
dai-me cumprir sempre a vossa vontade
e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo,
o vosso Corpo e o vosso Sangue,
que vou receber,
não se tornem causa de juízo e condenação;
mas, por vossa bondade,
sejam proteção e remédio para minha vida.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
Ou:
ⒷQuem come minha Carne e bebe meu Sangue
permanece em mim e eu nele.
Ou:
ⒷProvai e vede como o Senhor é bom;
feliz de quem nele encontra seu refúgio.
Ou:
ⒷEu sou o Pão vivo, que desceu do céu:
se alguém come deste Pão,
viverá eternamente.
Ou:
ⒷFelizes os convidados para o Banquete nupcial do Cordeiro.
Eis o Cordeiro de Deus,
que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno(a)
de que entreis em minha morada,
mas dizei uma palavra e serei salvo(a).
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo
me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo
me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
o Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,
que conservemos num coração puro
o que a nossa boca recebeu.
E que esta dádiva temporal
se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Oremos. Nutridos pelo vosso sacramento,
suplicamos humildemente, Senhor, a vossa clemência,
para que, ouvindo fielmente o vosso Filho Unigênito,
sejamos chamados filhos de Deus,
e o sejamos de fato.
Por Cristo, nosso Senhor.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.Ao terminar, o povo aclama:
Amém.
Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ele está no meio de nós.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Abençoe-vos Deus todo-poderoso,
Pai e Filho ✠ e Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
Em alguns dias ou ocasiões, esta fórmula de bênção poderá ser precedida, de acordo com as rubricas, por outra fórmula mais solene ou pela oração sobre o povo (cf. p. 578ss).
Na Missa pontifical, o celebrante recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:
O Senhor esteja convosco.
Todos respondem:
Ele está no meio de nós.
O celebrante diz:
Bendito seja o nome do Senhor.
Todos respondem:
Agora e para sempre.
O celebrante diz:
Nossa proteção está no nome do Senhor.
Todos respondem:
Que fez o céu e a terra.
Então o celebrante recebe o báculo, se o utilizar, e diz:
Abençoe-vos Deus todo-poderoso,
e fazendo três vezes o sinal da cruz sobre o povo, acrescenta:
Pai ✠ e Filho ✠ e Espírito ✠ Santo.
Todos:
Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ele está no meio de nós.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Abençoe-vos Deus todo-poderoso,
Pai e Filho ✠ e Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
Em alguns dias ou ocasiões, esta fórmula de bênção poderá ser precedida, de acordo com as rubricas, por outra fórmula mais solene ou pela oração sobre o povo (cf. p. 578ss).
Na Missa pontifical, o celebrante recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:
O Senhor esteja convosco.
Todos respondem:
Ele está no meio de nós.
O celebrante diz:
Bendito seja o nome do Senhor.
Todos respondem:
Agora e para sempre.
O celebrante diz:
Nossa proteção está no nome do Senhor.
Todos respondem:
Que fez o céu e a terra.
Então o celebrante recebe o báculo, se o utilizar, e diz:
Abençoe-vos Deus todo-poderoso,
e fazendo três vezes o sinal da cruz sobre o povo, acrescenta:
Pai ✠ e Filho ✠ e Espírito ✠ Santo.
Todos:
Amém.
Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
GRAÇAS A DEUS
