Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com uma das seguintes fórmulas:
a) A graça de nosso Senhor Jesus Cristo,
o amor do Pai
e a comunhão do Espírito Santo
estejam convosco.
O povo responde:
Bendito seja Deus
que nos reuniu no amor de Cristo.
o sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.
Ato Penitencial
O Senhor Jesus, que nos convida
à mesa da Palavra e da Eucaristia,
nos chama a segui-lo fielmente.
Reconheçamos ser pecadores
e invoquemos com confiança
a misericórdia do Pai.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O sacerdote diz:
Confessemos os nossos pecados:
Todos:
Confesso a Deus todo-poderoso
e a vós, irmãos e irmãs,
que pequei muitas vezes
por pensamentos e palavras,
atos e omissões,
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha culpa, minha tão grande culpa,
E peço à Virgem Maria,
aos Anjos e Santos
e a vós, irmãos e irmãs,
que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós,
perdoe os nossos pecados
e nos conduza à vida eterna.
O povo responde:
Amém.
Seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial:
V. Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kýrie, eléison.
R. Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kýrie, eléison.
V. Cristo, tende piedade de nós. Ou: Christe, eléison.
R. Cristo, tende piedade de nós. Ou: Christe, eléison.
V. Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kýrie, eléison.
R. Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kýrie, eléison.
Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o hino:
Glória a Deus nas alturas,
e paz na terra aos homens por ele amados.
Senhor Deus, rei dos céus,
Deus Pai todo-poderoso:
nós vos louvamos,
nós vos bendizemos,
nós vos adoramos,
nós vos glorificamos,
nós vos damos graças
por vossa imensa glória.
Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito,
Senhor Deus, Cordeiro de Deus,
Filho de Deus Pai.
Vós que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Vós que tirais o pecado do mundo,
acolhei a nossa súplica.
Vós que estais à direita do Pai,
tende piedade de nós.
Só Vós sois o Santo,
só vós, o Senhor,
só vós, o Altíssimo,
Jesus Cristo,
com o Espírito Santo,
na glória de Deus Pai.
Amém.
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
dai-lhe luz para ver o que deve ser feito
e coragem para realizar o que viu.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus,
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio.
Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta; ao terminar, o povo aclama:
Amém.
Leitura do Primeiro Livro de Samuel
depois de ter comido e bebido em Silo.
Ora, o sacerdote Eli estava sentado em sua cadeira
à porta do templo do Senhor.
orou ao Senhor, derramando copiosas lágrimas.
"Senhor Todo-poderoso,
se olhares para a aflição de tua serva
e te lembrares de mim,
se não te esqueceres da tua escrava
e lhe deres um filho homem,
eu o oferecerei a ti
por todos os dias de sua vida,
e não passará navalha sobre a sua cabeça".
Eli observava o movimento de seus lábios.
os seus lábios se moviam,
mas não se podia ouvir palavra alguma.
Eli julgou que ela estivesse embriagada;
"Até quando estarás bêbada?
Vai tirar essa bebedeira!"
"Não é isso, meu senhor!
Sou apenas uma mulher muito infeliz;
não bebi vinho, nem outra coisa que possa embebedar,
mas desafoguei a minha alma na presença do Senhor.
pois foi pelo excesso da minha dor
e da minha aflição que falei até agora".
"Vai em paz,
e que o Deus de Israel te conceda o que lhe pediste".
"Que tua serva encontre graça diante dos teus olhos".
E a mulher foi embora, comeu
e o seu semblante não era mais o mesmo.
ela e seu marido levantaram-se muito cedo
e, depois de terem adorado o Senhor,
voltaram para sua casa em Ramá.
Elcana uniu-se a Ana, sua mulher,
e o Senhor lembrou-se dela.
e chamou-o Samuel,
porque — disse ela —
"eu o pedi ao Senhor".
- Palavra do Senhor.
1Sm 2,1.4-5.6-7.8abcd (R. 1a)
R. Meu coração se alegrou em Deus, meu Salvador.
e se eleva a minha fronte no meu Deus;
Minha boca desafia os meus rivais *
porque me alegro com a vossa salvação. R.
mas os fracos se vestiram de vigor.
mas os pobres e os famintos se fartaram.
Muitas vezes deu à luz a que era estéril, *
mas a mãe de muitos filhos definhou. R.
faz descer à sepultura e faz voltar;
é o Senhor quem nos humilha e nos exalta. R.
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho:
em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.
Pres.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
1Ts 2,13
R. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
V. Acolhei a palavra de Deus não como palavra humana,
mas como mensagem de Deus, o que ela é, em verdade!
Ensinava como quem tem autoridade.
Jesus, num dia de sábado,
entrou na sinagoga e começou a ensinar.
pois ensinava como quem tem autoridade,
não como os mestres da Lei.
um homem possuído por um espírito mau.
Ele gritou:
Vieste para nos destruir?
Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus".
deu um grande grito e saiu.
e perguntavam uns aos outros:
Um ensinamento novo dado com autoridade:
Ele manda até nos espíritos maus,
e eles obedecem!"
em toda a região da Galileia.
— Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.
Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.
Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.
O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,
pelo pão que recebemos de vossa bondade,
fruto da terra e do trabalho humano,
que agora vos apresentamos,
e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho
possamos participar da divindade do vosso Filho,
que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar,
diz em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo,
pelo vinho que recebemos de vossa bondade,
fruto da videira e do trabalho humano,
que agora vos apresentamos,
e para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se o canto da preparação das oferendas não continuar, o sacerdote poderá recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Bendito seja Deus para sempre!
Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde,
sejamos, Senhor, acolhidos por vós;
e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido
que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.
Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas
e purificai-me do meu pecado.
Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Orai, irmãos e irmãs,
para que o meu e vosso sacrifício
seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo se levanta e responde:
para glória do seu nome,
para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas; ao terminar,Possa agradar-vos, Senhor,
a oferenda do vosso povo;
ela nos obtenha a santificação
e o que confiantes vos pedimos. Por Cristo, nosso Senhor.
o povo aclama:
Este prefácio deve ser usado nas Missas da Solenidade da Epifania.Também pode ser usado, assim como os prefácios do Natal, nos dias depois da Epifania, até o sábado que precede a festa do Batismo do Senhor.
V. O Senhor esteja convosco.
R. Ele está no meio de nós.
V. Corações ao alto.
R. O nosso coração está em Deus.
V. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
R. É nosso dever e nossa salvação.
é nosso dever e salvação dar-vos graças,
sempre e em todo lugar,
Senhor, Pai santo,
Deus eterno e todo-poderoso,
por Cristo, Senhor nosso.
Por seu mistério pascal
ele realizou a obra admirável
de nos chamar do pecado e da escravidão da morte
à glória de sermos agora
raça escolhida, sacerdócio régio, nação santa
e povo que vos pertence,
para anunciarmos por toda parte
os vossos grandes feitos, ó Pai,
que nos chamastes das trevas à vossa luz maravilhosa.
Por isso, com os Anjos e Arcanjos,
os Tronos e as Dominações
e todos os coros celestes,
entoamos o hino da vossa glória,
cantando (dizendo) a uma só voz:
Santo, Santo, Santo,
Senhor, Deus do universo!
O céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana nas alturas!
Bendito o que vem em nome do Senhor!
Hosana nas alturas!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
CP Na verdade, ó Pai, vós sois Santo,
fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
CC Santificai, pois,estes dons,
derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós
o Corpo e ✠ o Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo.
A assembleia aclama:
Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como
requer a sua natureza.
Estando para ser entregue
e abraçando livremente a paixão,
toma o pão
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão,
pronunciou a bênção de ação de graças,
partiu e o deu a seus discípulos,
dizendo:
inclina-se levemente
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração..
Então prossegue:
Do mesmo modo,
no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos
e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos
e, dando graças novamente,
o entregou a seus discípulos,
dizendo:
inclina-se levemente
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Mistério da fé!
Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
CC Celebrando, pois, o memorial
da morte e ressurreição do vosso Filho,
nós vos oferecemos, ó Pai,
o Pão da vida e o Cálice da salvação;
e vos agradecemos
porque nos tornastes dignos
de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Suplicantes, vos pedimos
que, participando do Corpo e Sangue de Cristo,
sejamos reunidos pelo Espírito Santo
num só corpo.
A assembleia aclama:
O Espírito nos una num só corpo!
1C Lembrai-vos, ó Pai,
da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro;
★ que ela cresça na caridade,
em comunhão com o Papa João IV,
com o nosso Bispo Luiz Davi,
os bispos do mundo inteiro,
os presbíteros, os diáconos
e todos os ministros do vosso povo.
(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.
A assembleia aclama:
Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C Lembrai-vos também, na vossa misericórdia,
dos (outros) nossos irmãos e irmãs
que adormeceram na esperança da ressurreição
e de todos os que partiram desta vida;
acolhei-os junto a vós
na luz da vossa face.
A assembleia aclama:
Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
3C Enfim, nós vos pedimos,
tende piedade de todos nós
e dai-nos participar da vida eterna,
com a Virgem Maria, Mãe de Deus,
São José, seu esposo, os Apóstolos,
(São N.: Santo do dia ou padroeiro)
e todos os Santos que neste mundo
viveram na vossa amizade,
a fim de vos louvarmos e glorificarmos
une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
CP ou CC Por Cristo,
com Cristo,
e em Cristo,
a vós, Deus Pai todo-poderoso,
na unidade do Espírito Santo,
toda honra e toda glória,
por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Amém.
Segue o rito da comunhão.
Guiados pelo Espírito Santo, que ora em nós e por nós,
elevemos as mãos ao Pai e rezemos juntos a oração
que o próprio Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Pai nosso que estais nos céus,
santificado seja o vosso nome;
venha a nós o vosso reino,
seja feita a vossa vontade,
assim na terra como no céu;
o pão nosso de cada dia nos dai hoje;
perdoai-nos as nossas ofensas,
assim como nós perdoamos
a quem nos tem ofendido;
e não nos deixeis cair em tentação,
mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Livrai-nos de todos os males, ó Pai,
e dai-nos hoje a vossa paz.
Ajudados pela vossa misericórdia,
sejamos sempre livres do pecado
e protegidos de todos os perigos,
enquanto aguardamos a feliz esperança
e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
O povo conclui a oração, aclamando:
Vosso é o reino,
o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Senhor Jesus Cristo,
dissestes aos vossos Apóstolos:
Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz.
Não olheis os nossos pecados,
mas a fé que anima vossa Igreja;
dai-lhe, segundo o vosso desejo,
a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
O amor de Cristo nos uniu.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:
Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus,
o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber,
nos faça participar da vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus,
que tirais o pecado do mundo,
dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas ainda mais vezes, se a fração do pão se prolongar.
Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo,
que, cumprindo a vontade do Pai
e agindo com o Espírito Santo,
pela vossa morte destes vida ao mundo,
livrai-me por este vosso santíssimo Corpo e Sangue
dos meus pecados e de todo mal;
dai-me cumprir sempre a vossa vontade
e jamais separar-me de vós.
Ou:
Senhor Jesus Cristo,
o vosso Corpo e o vosso Sangue,
que vou receber,
não se tornem causa de juízo e condenação;
mas, por vossa bondade,
sejam proteção e remédio para minha vida.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Senhor, eu não sou digno(a)
de que entreis em minha morada,
mas dizei uma palavra e serei salvo(a).
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo
me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo
me guarde para a vida eterna.
E reverentemente comunga o Sangue de Cristo.
Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
o Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
E comunga.
O diácono ou o ministro extraordinário da distribuição da sagrada Comunhão, ao distribuir a sagrada Comunhão, procede do mesmo modo.
Se houver Comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 281-287.
Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.
Terminada a Comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor,
que conservemos num coração puro
o que a nossa boca recebeu.
E que esta dádiva temporal
se transforme para nós em remédio eterno.
Então o sacerdote pode voltar à cadeira. É aconselhável guardar algum tempo de silêncio sagrado ou proferir um salmo ou outro cântico de louvor.
Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Oremos. Deus todo-poderoso,
nós vos pedimos a graça de vos servir
por uma vida que vos seja agradável.
Por Cristo, nosso Senhor.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo em silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Depois da comunhão.
Ao terminar, o povo aclama:
Amém.
Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo. E
NOVENA DE NOSSO SENHOR DO BONFIM
2º DIA – O BOM JESUS, NOSSA ESPERANÇA
Dirigente: Em nome do Pai ✠ e do Filho e do Espírito Santo.
Todos:
Amém.
Dirigente: Irmãos e irmãs, reunidos na fé e na esperança, iniciemos esta Novena em honra de Nosso Senhor do Bonfim, o Bom Jesus, que do alto da Cruz nos revela o amor infinito do Pai. Que esta oração renove nossa confiança e fortaleça nossa caminhada cristã.
Oração Inicial
Senhor Jesus Cristo, Bom Jesus do Bonfim, que aceitastes a Cruz por amor a nós e dela fizestes sinal de salvação e esperança, acolhei-nos neste segundo dia da Novena. Derramai sobre nós a vossa graça, iluminai nossos corações e ajudai-nos a carregar nossas cruzes com fé, paciência e amor. Que, sustentados por Vós, sejamos fiéis ao Evangelho e perseverantes na esperança.
Amém.
Ato Penitencial
Dirigente: Reconheçamos nossas faltas e peçamos perdão a Deus.
(Breve silêncio)
Todos:
Confesso a Deus Todo-Poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos, e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.
Dirigente: Deus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Todos:
Amém.
Leitura Bíblica
Dirigente: Leitura do Evangelho segundo São João
“Deus amou tanto o mundo, que entregou o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.”
Palavra da Salvação.
Todos: Glória a vós, Senhor.
Breve Meditação
Nosso Senhor do Bonfim nos ensina que a Cruz não é o fim, mas o caminho da vida nova. Em Jesus Crucificado, encontramos esperança, consolo e força para enfrentar as dificuldades. Confiar no Bom Jesus é acreditar que, mesmo nas dores, Deus continua agindo.
Preces
Dirigente: Confiantes no amor de Nosso Senhor do Bonfim, apresentemos nossas preces:
Pelo Papa João IV, bispos e sacerdotes, para que sejam sinais vivos do Bom Pastor.
Todos: Senhor do Bonfim, escutai-nos.
Pelos doentes, aflitos e desanimados, para que encontrem consolo na Cruz de Cristo.
Todos: Senhor do Bonfim, escutai-nos.
Por nossas famílias e comunidades, para que vivam unidas na fé e no amor.
Todos: Senhor do Bonfim, escutai-nos.
Pelas intenções particulares desta Novena (silêncio).
Todos: Senhor do Bonfim, escutai-nos.
Oração a Nosso Senhor do Bonfim
Ó Nosso Senhor do Bonfim, Bom Jesus Crucificado, olhai por nós que confiamos em Vós. Sede nossa força nas fraquezas, nossa luz nas trevas e nossa esperança em todos os momentos. Abençoai nossas vidas, nossas famílias e tudo aquilo que trazemos em nosso coração.
Amém.
Pai-Nosso
Pai nosso, que estais no Céu…
Oração Final
Senhor Jesus, encerramos este primeiro dia da Novena com o coração cheio de fé. Acompanhai-nos nesta caminhada e fazei-nos perseverar até o fim, confiantes no vosso amor e na vossa misericórdia.
Amém.
Bênção Final
Dirigente:
O Senhor esteja convosco.
Todos: Ele está no meio de nós.
Abençoe-vos Deus Todo-Poderoso,
Pai ✠ Filho e Espírito Santo.
Todos:
Amém.
